Paola Carosella explicou o que a levou a cair no choro na estreia do "MasterChef 3", na noite de Terça-Feira (15/3). A chef argentina não segurou a emoção quando a participante Vanessa lhe entregou a bandeira do Brasil.
"Foi muito emocionante. Essa era a parte mais tensa das gravações,são diárias eternas porque a gente precisava avaliar 75 pessoas em um prazo curto. A participante escolheu me embrulhar na bandeira do Brasil e, claro, eu me derrubei. Imagina uma argentina embrulhada na bandeira do Brasil por uma brasileira? É um gesto de amor! (É como se dissesse): 'Olha meu país aqui te recebendo'. É impressionante, eu não esperava", disse.
Ela vê evoluções não só de sua parte, mas dos colegas Henrique Fogaça e Erick Jacquin. "Acho que todos nós nos sentimos mais confortáveis. Na primeira temporada foi chocante, chegaram três cozinheiros, que não é a profissão mais sociável do mundo, nós conversamos com alfaces, Termos feito o que fizemos sem ter experiência na TV foi um mérito gigantesco do diretor (Patrício Diaz) e da Ana Paula (Padrão, apresentadora). Adoro trabalhar com os três, estar perto deles, é divertido. Agora estamos mais leves, mais soltos", analisa.
Paola faz um raio-X do programa e dos candidatos desta terceira edição. "A fórmula é sensacional, uma combinação de coisas que deixa o candidato tenso para caramba. Tempo, cozinhar com um participante do lado competindo, uma caixa com ingredientes surpresa, é complicado para que o ganhador, de fato, mereça. O que sinto é que esses participantes já sabem como é o programa e estão mais calmos, mais tranquilos. Tem muito mais talentos, é difícil para a gente escolher. Mas como julgamos pratos, conseguimos escolher os melhores".
Por Jonathan Pereira
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